Mais de 80 médicos estrangeiros desembarcam em São Luís
Profissionais chegam à capital maranhense às 13h30. Medida faz parte da 2ª etapa do Programa Mais Médicos, do governo federal.
Do G1 MA com informações de O Estado
Um total de 81 médicos estrangeiros desembarcam na tarde desta terça-feira (29), em São Luís. A medida faz parte da segunda etapa do Programa Mais Médicos, do governo federal. Os profissionais chegam à capital maranhense em voo da Força Aérea Brasileira (FAB) por volta de 13h30. Um outro grupo de 81 médicos deve desembarcar nesta quarta (30), às 17h20, totalizando 162 profissionais recebidos na segunda etapa do programa. Outros 37 médicos já estão no Estado, o que resulta em um total de 199 estrangeiros atuando no Maranhão. O grupo deve ser recepcionado pelo ministro do Turismo, Gastão Vieira. Na quinta (31) e na sexta (1º), os estrangeiros vão participar de um evento de acolhimento realizado por representantes dos órgãos responsáveis pela saúde pública de São Luís e do Estado. O objetivo é colocar os profissionais à parte da situação da Saúde no Maranhão.
São Paulo - A presidente Dilma Rousseff afirmou, em sua conta no Twitter, que desembarcaram neste domingo, 27, no País mais 695 médicos que farão parte do programa Mais Médicos. Dilma escreveu que eles "se somam aos 577 médicos que chegaram ontem (sábado, 26)". Ainda de acordo com a presidente, "somados aos profissionais que já estão trabalhando, esse grupo amplia a cobertura do Mais Médicos de 5 milhões para 13 milhões de brasileiros!"
Na conta no Instagram do Palácio no Planalto, o governo afirma que na segunda-feira, 28, chegarão ao País 346 médicos e outros 81 na terça-feira, 29. Ao todo, serão 1.780 profissionais pela segunda etapa do Mais Médicos.
Estados recebem 2.167 profissionais da 2ª etapa do Mais Médicos
DE SÃO PAULO
Todas as capitais brasileiras receberão neste final de semana os 2.167
profissionais selecionados na segunda etapa do Mais Médicos. A previsão
do Ministérios da Saúde é que essas pessoas comecem a atuar a partir do
dia 4 de novembro em 783 cidades.
Esses médicos foram avaliados por três semanas por universidades
federais que testaram seus conhecimentos do idioma e do sistema de saúde
brasileiro. Segundo o ministério, 1.947 dos profissionais foram
aprovados, 14 terão mais duas semanas de avaliação e outros 220
realizarão a prova neste sábado.
Veja a distribuição dos profissionais por Estado
Nessa segunda etapa, as avaliações desses profissionais ocorreram em
Brasília, Fortaleza, Belo Horizonte e Vitória. Agora, chegando aos
Estados de atuação, eles passarão por mais uma semana de aulas sobre os
problemas de saúde mais comuns de cada região e sobre a rede de saúde de
cada Estado.
Entre esses profissionais, há 2.000 médicos cubanos que participam do
Mais Médicos por meio do acordo do ministério com a Opas (Organização
Pan-americana de Saúde). Estes profissionais ocuparam vagas que não
foram preenchidas por médicos brasileiros ou estrangeiros que aderiram
ao programa.
O Nordeste é a região que mais receberá profissionais nessa segunda
etapa do programa --serão 928 médicos. Em seguida vêm Sudeste (517),
Norte (358), Sul (244) e Centro-Oeste (120). O Nordeste também tem o
maior número de cidades beneficiadas (432), seguido pelo Norte (141),
Sudeste (100), Centro-Oeste (36) e Sul (74).
O programa visa levar profissionais, inclusive estrangeiros, para
trabalhar em áreas carentes no interior e na periferia das grandes
cidades e havia selecionados na primeira etapa 1.499 profissionais, que
já estão atuando no país. A pasta aponta que a cobertura deve passar de 5
milhões brasileiros para 13 milhões de pessoas com os novos médicos.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Profissionais estrangeiros do Mais Médicos chegam ao PR
Redação Bonde
O segundo grupo de médicos estrangeiros que participam do programa Mais Médicos chega ao Paraná neste sábado (25). O grupo, que faz parte da segunda etapa do programa do governo federal, vai desembarcar no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba.
Segundo o Ministério da Saúde, os médicos estrangeiros devem passar por um período de adaptação na capital paranaense para conhecer os hospitais e clínicas especializadas do Estados. Os médicos devem seguir para as cidades para a qual foram indicados no dia 4 de novembro, quando começam a atuar na área.
Antes da chegada a Curitiba, os médicos estrangeiros passaram por um período de acolhimento em quatro capitais: Brasília, Fortaleza, Vitória e Belo Horizonte. A recepção aos profissionais da saúde no sábado será feita, em São José dos Pinhais, pela ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, às 15h30, no Aeroporto Afonso Pena.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Ministério concede registro a 650 profissionais para atuar no Mais Médicos
Do UOL, em São Paulo
Programa Mais Médicos: profissionais e pacientes45 fotos
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22.out.2013 - Durante cerimônia para sancionar a lei que institui o programa Mais Médicos, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se dirigiu ao médico cubano Juan Delgado, que foi hostilizado durante uma manifestação contra o programa federal no Ceará em agosto, e afirmou que a atitude não representa a população brasileira. "O corredor polonês da xenofobia que te recebeu em Fortaleza não representa o espírito nem do povo brasileiro, nem da maioria dos médicos que trabalham pelo SUS", afirmou. A presidente Dilma Rousseff também pediu desculpas em nome do povo brasileiro ao médico cubano Leia maisJarbas Oliveira/Folhapress/Roberto Stuckert Filho/PR
Uma lista com os primeiros profissionais "intercambistas" participantes do programa Mais Médicos foi publicada nesta quinta-feira (24) no Diário Oficial da União. A lista traz os nomes de mais de 650 médicos que tiveram registros expedidos pelo Ministério da Saúde para atuar no programa.
Saiba qual a proporção de médicos em cada Estado e o panorama em outros países
São definidos como "intercambistas" médicos graduados em cursos de medicina no exterior e que não passaram pelo processo de revalidação do diploma. Entre os "intercambistas" há médicos brasileiros que não se formaram no país, mas a maior parte é formada por médicos de outras nacionalidades.
Além dos nomes e números de registros, a lista do Diário Oficial traz também os municípios em que cada médico irá atuar.
Na segunda-feira (21) a presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que permite ao ministério expedir esse tipo de registro. Na ocasião, a presidente se dirigiu ao médico cubano Juan Delgado, que foi chamado de escravo ao chegar em Fortaleza (CE), e pediu desculpas por ele ter sido hostilizado: "Quero cumprimentar o Juan não apenas pelo fato dele ter sofrido um imenso constrangimento quando chegou, e por isso, do ponto de vista pessoal e do governo, peço nossas desculpas a ele".
Dilma disse ainda que via nos médicos estrangeiros os próprios brasileiros e agradeceu a ajuda deles para colaborar com uma política de saúde.
Onde falta médico, faltam dentistas e enfermeiros, mostra pesquisa
A concentração de médicos nos grandes centros acompanha a de outros profissionais de saúde, como dentistas e enfermeiros, e a de unidades de saúde. Onde falta um, faltam os outros.
É o que o mostra um recorte da pesquisa Demografia Médica no Brasil, que se baseou em dados da AMS (Assistência Médico-Sanitária) do IBGE, que conta os postos de trabalho ocupados por profissionais de saúde
"Eles [os médicos] vieram de longe para ajudar o Brasil a ter uma politica de saúde que levasse esse serviço essencial a todos os brasileiros. A todos vocês, o centro desse programa Mais Médicos, médicos de outras partes do mundo, queria dizer uma palavra simples: muito obrigada. Este país vai ficar eternamente grato", disse Dilma.
Programa
O objetivo do programa é aumentar o atendimento médico no interior do país e nas periferias das grandes cidades, locais onde há carência desses profissionais no atendimento em atenção básica. O médico recebe uma bolsa de R$ 10.000 por mês, que pode ser paga, por no máximo, seis anos. Além de brasileiros, profissionais estrangeiros também participam do programa.
Médicos
Desde o início do programa até sua sanção, duas levas de médicos de diferentes nacionalidades já chegaram ao país, na maioria cubanos, que vieram ao país por meio de um acordo firmado entre o ministério e a Opas (Organização Pan-americana de Saúde).
Segundo o Ministério da Saúde, dos 1.232 médicos que estão em atividade nos municípios, 748 são brasileiros e 484 são profissionais com diplomas do exterior com registro do Conselho Regional de Medicina. Outros 196 ainda não têm o documento. A maioria desses profissionais, que foram selecionados na primeira etapa do programa, atua nas regiões Norte e Nordeste.
O Ministério da Saúde estima que os 2.597 médicos selecionados na segunda etapa do Programa comecem a atuar ainda em outubro, fazendo com que o total de brasileiros beneficiados pelo programa chegue a 13,3 milhões de pessoas. Todos os 2.180 intercambistas dessa etapa receberão os registros emitidos pelo Ministério da Saúde
A meta do governo é trazer ao país pelo menos 12 mil médicos até abril de 2014.
Médicos estrangeiros no Brasil - 32 vídeos
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Lei que institui o programa Mais
Médicos é publicada
A partir da publicação, governo poderá fazer registro de estrangeiros. Sanção de Dilma ocorreu em evento no Planalto na terça-feira (22).
Do G1, em São Paulo
A lei que cria o programa Mais Médicos, do governo federal, foi publicada no Diário Oficial nesta quarta-feira (23). Com a publicação, o Ministério da Saúde poderá emitir registros provisórios para profissionais estrangeiros que ainda não obtiveram o documento.
A sanção da lei pela presidente Dilma Rousseff ocorreu nesta terça-feira (22), em cerimônia no Palácio do Planalto. O Mais Médicos tem o objetivo de levar profissionais brasileiros e estrangeiros para atender a população em áreas carentes das periferias de grandes cidades e no interior do país. O texto foi aprovado por Câmara e Senado no início do mês.
A possibilidade de o ministério conceder os registros foi incluída no texto porque médicos estrangeiros contratados pelo programa estavam com dificuldades para conseguir os registros nos conselhos regionais de medicina. De acordo com o governo, em alguns casos os conselhos estavam exigindo dos profissionais estrangeiros documentos para obter o registro além daqueles exigidos pela MP.
Ainda segundo o Ministério da Saúde, atualmente 196 médicos estrangeiros contratados pelo Mais Médicos estão no país sem poder atuar por falta do registro.
De acordo com o ministro, Alexandre Padilha, já houve 360 mil consultas no primeiro mês do Mais Médicos.
"Nós já tivemos 360 mil consultas médicas no primeiro mês do programa Mais Médicos. Por isso que nós queremos a atuação plena desses médicos, que estão preparados para fazer as ações de prevenção, orientação, mas de atender problemas de saúde da nossa população", disse o ministro na sexta feira passada.
22/10/2013 às 12h23 (Atualizado em 22/10/2013 às 14h29)
Ministro da Saúde rebateu críticas de que o programa será usado para fins eleitoreiros
Kamilla Dourado, do R7, em Brasília
Médico cubano vaiado em Fortaleza recebe o primeiro registro provisório
emitido pelo Ministério da SaúdeDivulgação
Em meio a críticas sobre a falta de uma marca para o governo Dilma Rousseff, a presidente sancionou nesta terça-feira (22), no Palácio do Planalto, em Brasília, a lei que institui o programa Mais Médicos, aprovada na semana passada pelo Congresso Nacional. A cerimônia contou com a presença de ministros de diversas pastas, como Saúde, Educação, Meio Ambiente e Direitos Humanos, além de prefeitos. Médicos cubanos e brasileiros também lotaram o salão nobre e as galerias do Palácio do Planalto para acompanhar a cerimônia. Os profissionais fazem parte da segunda leva do programa e participam de curso de aperfeiçoamento, em Brasília. Entre eles, estava o médico cubano Juan Delgado, que ficou conhecido depois de ser vaiado em Fortaleza. Durante a cerimônia de sanção da lei que instituiu o programa, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, homenageou o médico cubano. — Quero te dizer, e você já sabe disso, que aquele corredor polonês da xenofobia que o recebeu em Fortaleza não representa o espírito, nem do povo brasileiro, nem da Bahia, nem do Brasil. Dilma quer 12 mil profissionais no Mais Médicos até abril de 2014 Ao ficar de pé, Delgado, que foi vaiado e chamado de “escravo” por médicos do Ceará, foi aplaudido por colegas cubanos e brasileiros presentes à cerimônia. Durante o evento, o cubano recebeu seu registro provisório, o primeiro que foi emitido pelo Ministério da Saúde. Argentino do Mais Médicos é investigado por suspeita de ter receitado superdosagem de remédio Ele também foi homenageado pela presidente Dilma Rousseff, que lhe pediu desculpas em nome do governo e do povo brasileiro. Dilma ainda disse que o programa é uma das maiores respostas do governo às reivindicações de junho, que levaram milhares de pessoas às ruas. — O pacto que estamos tornando cada vez mais realidade é o pacto da saúde. Esse pacto expresso no Mais Médicos é também uma etapa para continuarmos combatendo a exclusão, que transforma o acesso ao médico em uma forma de segregar uma parte da população, não lhe dando condições de ter acesso a serviço público essencial. Sob a acusação de ser o coordenador de um programa eleitoreiro, o chamado “pai do Mais Médicos”, o ministro Alexandre Padilha apresentou um balanço com os primeiros resultados da atuação dos profissionais. Padilha, que deve se candidatar ao governo do Estado de São Paulo em 2014, rebateu as críticas: — Só quem tem acesso a médico pode dizer que esse programa é eleitoreiro. Profissionais já atuam De acordo com o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, 1.020 médicos estão trabalhando em 577 municípios, atendendo a cerca de 3,5 milhões de pessoas. Ainda segundo a pasta, 577 profissionais são formados no Brasil e 443 têm diploma estrangeiro.
A previsão é de que neste mês mais 2.597 profissionais selecionados na segunda etapa do programa comecem a trabalhar. O Mais Médicos autoriza a contratação de profissionais brasileiros e estrangeiros para atuar no interior dos municípios e nas periferias das grandes cidades. O profissional recebe uma bolsa de R$ 10 mil por mês, que pode ser paga por no máximo seis anos, além de ajuda de custo para despesas de instalação e o pagamento das despesas de deslocamento até a cidade de trabalho. Congresso O texto aprovado no Senado manteve todas as mudanças feitas pelos deputados, com algumas alterações redacionais. Com as alterações, o registro provisório dos médicos estrangeiros vai ser feito pelo Ministério da Saúde, e não pelos Conselhos de Medicina. O projeto aprovado também estabelece que a partir de 2015 os cursos de medicina no País serão divididos em dois ciclos e terão duração de oito anos. No primeiro ciclo, o estudante terá seis anos de aulas, assim como é no currículo atual, e, ao concluir os estudos, vai receber um registro profissional provisório para trabalhar nos serviços de urgência e emergência de hospitais públicos. Ao final de dois anos de prestação de serviços para o SUS (Serviço Único de Saúde), o profissional conclui o segundo ciclo e recebe o diploma e o registro profissional definitivo. De acordo com o texto, a prestação de serviços será compensada com uma bolsa paga pelo governo. No entanto, o texto prevê regras gerais para as modificações do curso de medicina. A regulamentação das normas deverá ser feita pelo CNE (Conselho Nacional de Educação).