O SANEAMENTO DA POLÍTICA SÓ OCORRERÁ MEDIANTE O FINANCIAMENTO PÚBLICO DE CAMPANHA, QUANDO O MANDATO PERTENCERÁ AO ELEITOR E NÃO MAIS AO 'DOADOR"
OS BANQUEIROS, ATRAVÉS DAS "DOAÇÕES" OCULTAS, COMPRAM MANDATOS E OS EMPRESTAM AOS SEUS "LARANJAS", MEDIANTES JUROS ESCORCHANTES E CORREÇÕES MONETÁRIAS
FINANCIAR CAMPANHA POLÍTICA ATRAVÉS DE "DOAÇÃO" OCULTA É UM "NEGÓCIO DA CHINA", E CONFIRMA QUE O SEGREDO É A ALMA DO NEGÓCIO
A DOAÇÃO OCULTA É DEFENDIDA PELOS POLÍTICOS PARA ESCONDEREM DO ELEITOR OS VERDADEIROS DONOS DOS SEUS MANDATOS
A DOAÇÃO OCULTA PROTEJE OS EMPRESÁRIOS TERCEIRIZADORES DE MANDATOS E OS BENEFICIÁRIOS DO NEGÓCIO, NA HORA DO ACERTO DE CONTAS
A CORRUPÇÃO É ENDÊMICA NO PAÍS PORQUE OS POLÍTICOS, PARA SEREM ELEITOS, "VENDEM A ALMA" AOS EMPRESÁRIOS
O FINANCIAMENTO PÚBLICO DE CAMPANHA POLÍTICA NÃO É INSTITUITO PORQUE OS ATUAIS PARLAMENTARES SAO BENEFICIÁRIOS DO INÍQUO MODELO ATUAL
PARTIDOS POLÍTICOS NÃO FAZEM A REFORMA ELEITORAL E SÃO CONTRA O APERFEIÇOAMENTO DO SISTEMA ELEITORAL
PARTIDOS LUTAM PARA QUE PARLAMENTARES CONTINUEM SENDO "LARANJAS" DE EMPRESÁRIOS
OS PARTIDOS SÃO "'NABOS DO MESMO SACO" COMO CONFIRMA A SEGUINTE NOTÍCIA:
"DEM, PT e PSDB se unem para que TSE derrube regra que proíbe doação oculta
Luana Lourenço
Da Agência Brasil
Os partidos DEM, PT e PSDB se uniram contra a tentativa do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de pôr fim às chamadas doações ocultas para financiamento de campanhas. A resolução do TSE, que está em consulta pública, pretende impedir a doação de recursos eleitorais que não permitam a identificação dos doadores e dos candidatos beneficiados.
Na ação, encaminhada hoje (4) ao Tribunal, os partidos alegam que a exigência de identificação dos doadores e de que candidatos receberam o dinheiro “é missão ingrata e impossível”.
“A captação de recursos de diversos doadores e os eventuais repasses a diversos donatários não se dá a um só tempo e em quantias coincidentes, de modo a possibilitar dizer qual candidato recebeu especificamente de qual doador”, afirmam na ação.
No documento, DEM, PT e PSDB também pedem mudanças na proposta do TSE de obrigar os partidos a criar uma conta bancária específica para movimentação de recursos de campanhas eleitorais. Pelas regras atuais, os candidatos e os comitês financeiros têm que ter contas para essa finalidade, mas não os partidos.
Para os autores da ação, a mudança contraria a Lei de Eleições ao tornar os partidos políticos “agentes de campanha eleitoral”, obrigados a prestar contas à Justiça Eleitoral.
Na contramão dos grandes partidos, o PSOL encaminhou ao presidente do TSE, ministro Carlos Ayres Britto, uma manifestação de apoio às propostas. O partido argumenta que a iniciativa poderá “tornar mais transparentes as doações feitas aos candidatos no período eleitoral”.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
AGENTES COMUNITARIOS DE SAUDE E AGENTES DE ENDEMIAS DO BRASIL
ACS ROBERTO
AS PRINCIPAIS NOTICIAS SOBRE OS AGENTES COMUNITARIO DE SAUDE E AGENTES DE ENDEMIAS DO BRASIL ATUALIZADAS TODOS OS DIAS NESTE SAITE. FAÇA SUAS PERGUNTAS AO ACS ROBERTO
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domingo, 16 de agosto de 2009
sábado, 13 de setembro de 2008
Estado do Rio ganha hospital modelo em Duque de Caxias
Flávia Villela
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A comunidade e a vizinhança de Duque de Caxias (RJ), na Baixada Fluminense, terão a partir de hoje (13) uma unidade hospitalar com 243 leitos e capacidade de 900 cirurgias por mês.
O Hospital Municipal Doutor Moacyr Rodrigues do Carmo, construído com recursos das três esferas de governo, foi inaugurado com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, e do governador do Estado, Sérgio Cabral.
O hospital, cujo terreno foi cedido pelo governo federal à prefeitura de Duque de Caxias, foi construído na Rodovia Washington Luiz (BR-040). A nova unidade recebeu investimentos da ordem de R$ 72 milhões.
No discurso da inauguração, o presidente disse que o hospital oferecerá atendimento de excelência, "com o que há de melhor em saúde no mundo".“Vocês serão tão bem atendidos quanto eu sou lá no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo”, afirmou Lula.
O secretário de Saúde de Duque de Caxias, Oscar Berro, afirmou que a unidade será um modelo de atendimento em saúde por apresentar o que há de mais moderno em tecnologia e preparação profissional. “Este é o primeiro hospital municipal de urgência e emergência [do estado] com ressonância, o que quer dizer que os casos mais graves serão atendidos aqui”, anunciou.
A unidade tem 18 mil metros quadrados de área construída e tem leitos para internação, tratamento intensivo e semi-intensivo, centro cirúrgico, laboratório, centro obstétrico, farmácia e central de material esterilizado. A previsão é de que 1.700 servidores trabalhem no local. Além disso, também deve ser construído um heliponto na unidade.
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro - A comunidade e a vizinhança de Duque de Caxias (RJ), na Baixada Fluminense, terão a partir de hoje (13) uma unidade hospitalar com 243 leitos e capacidade de 900 cirurgias por mês.
O Hospital Municipal Doutor Moacyr Rodrigues do Carmo, construído com recursos das três esferas de governo, foi inaugurado com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, e do governador do Estado, Sérgio Cabral.
O hospital, cujo terreno foi cedido pelo governo federal à prefeitura de Duque de Caxias, foi construído na Rodovia Washington Luiz (BR-040). A nova unidade recebeu investimentos da ordem de R$ 72 milhões.
No discurso da inauguração, o presidente disse que o hospital oferecerá atendimento de excelência, "com o que há de melhor em saúde no mundo".“Vocês serão tão bem atendidos quanto eu sou lá no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo”, afirmou Lula.
O secretário de Saúde de Duque de Caxias, Oscar Berro, afirmou que a unidade será um modelo de atendimento em saúde por apresentar o que há de mais moderno em tecnologia e preparação profissional. “Este é o primeiro hospital municipal de urgência e emergência [do estado] com ressonância, o que quer dizer que os casos mais graves serão atendidos aqui”, anunciou.
A unidade tem 18 mil metros quadrados de área construída e tem leitos para internação, tratamento intensivo e semi-intensivo, centro cirúrgico, laboratório, centro obstétrico, farmácia e central de material esterilizado. A previsão é de que 1.700 servidores trabalhem no local. Além disso, também deve ser construído um heliponto na unidade.
sábado, 17 de maio de 2008
segunda-feira, 28 de abril de 2008
Senado tenta corrigir projeto da Saúde na terça (Do Blog do Josias)

Senador Augusto Botelho
José Cruz/ABr
Conforme noticiado aqui, está errado o projeto que o Senado aprovou para aumentar o orçamento da Saúde. Do modo como foi redigida, longe de aumentar, a proposta retira R$ 5 bilhões das arcas da Saúde já em 2008. Nesta terça-feira (29), a encrenca será levada ao plenário. A correção depende de nova votação dos senadores, que haviam aprovado o erro por unanimidade.
O relator do projeto, Augusto Botelho (PT-AP, na foto), foi buscar no regimento interno do Senado uma janela para a solução. Encontrou-a no artigo 325. Trata exatamente “erro em texto aprovado e com redação definitiva.” Manda que o presidente da Casa, Garibaldi Alves (PMDB-RN), devolva a proposta às comissões, sugerindo “o modo de corrigir o erro.”
Em carta ao repórter, Botelho explicou que, submetido a um regime de urgência, o projeto poderá ser corrigido no próprio plenário, sem ter de descer às comissões. Já conversou com Garibaldi a respeito. Combinou-se que a questão será dividida com o plenário na sessão da próxima terça-feira.
O projeto problemático foi aprovado em 9 de abril. É de autoria do senador Tião Viana (PT-AC). Em seu relatório, Augusto Botelho, médico há 35 anos, manteve inalterada a espinha dorsal da proposta original, que injetará nos cofres da Saúde um adicional de R$ 23 bilhões. O erro escalou o projeto por meio de uma emenda.
O propósito era bom: escalonar os percentuais o aumento de receita ao longo dos próximos anos, num processo a ser concluído em 2011. O problema é que, nessa emenda, utilizou-se um conceito de receita que, prevalecendo, rói o orçamento da Saúde em vez de fortalecê-lo.
“Naquele momento [da votação], não nos demos conta”, diz Augusto Botelho. “Felizmente, durante a consolidação da redação final do projeto, fase final antes do envio à Câmara, foi detectada a incompatibilidade dos termos. Na próxima terça-feira, em sessão deliberativa, farei um apelo ao Presidente Garibaldi para que, tão logo a pauta seja desobstruída, o plenário vote novamente a redação originalmente proposta no meu parecer, que atinge o objetivo de todos nós, senadores: o aumento dos recursos para a saúde pública.”
Corrigido o equívoco, há um segundo obstáculo a ser transposto. O projeto não informa de onde virá a verba extra da Saúde. Lula já avisou: se chegar ao Planalto assim, sem definição de fonte de receita, o projeto será vetado.
Escrito por Josias de Souza às 00h04
Folha Online
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